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Informativo Eletrônico Nº 05 - MARÇO 2007
 Carta do Diretor
Destaques 

 

Prezado Leitor,


É com satisfação que enviamos as primeiras notícias de 2007 por meio do nosso informativo eletrônico. Este ano será especial para a instituição, pois completa meio século de atividades no Brasil. Há muitos avanços e vitórias  a comemorar. A Fulbright brasileira desempenha um papel fundamental para o fortalecimento da cooperação educacional, científica e tecnológica com os Estados Unidos sempre dentro do espírito do binacionalismo graças a estreita parceria com diversas entidades nacionais. Ao financiar a ida de pesquisadores, professores e estudantes, conseguimos estreitar os laços de amizade e de integração cultural tão desejados pelo idealizador da Comissão, o senador norte-americano, William Fulbright.
 
Estamos empenhados na preparação de uma programação especial para comemorar esses 50 anos. Começamos premiando os melhores momentos registrados pelas lentes fotográficas de nossos bolsistas e ex-bolsistas. A idéia é valorizar e contar por meio de imagens um pouco da experiência deles em diversas partes dos Estados Unidos e também do Brasil.
 
No segundo semestre, entre outros eventos, faremos uma exposição de fotos que traduzem um pouco da cultura e da história dos dois países. Esperamos contar com a participação de todos na comemoração dos 50 anos da Comissão Fulbright no Brasil. Porque esta é uma história escrita pelas mãos de muita gente que, com capacidade e dedicação, valorizou o trabalho da Fulbright nesses anos todos.   


Luiz Valcov Loureiro
Diretor Executivo da
Comissão Fulbright


Entrevista
"O Brasil tem condições de se transformar em uma liderança mundial no debate do aquecimento global"

O Ministro do Superior Tribunal de Justiça, Antônio Herman de Vasconcellos e Benjamin, é ex-bolsista da Comissão Fulbright. Uma referência no debate das questões ambientais no país, Benjamin é co-presidente do International Network on Environmental Compliance and Enforcement (INECE) - Rede Mundial de Órgãos e Entidades de Implementação Ambiental, integrante do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e professor-visitante da Faculdade de Direito da Universidade do Texas. Leia mais...

Concurso
Prêmio de U$500,00 para melhor foto
Inscrições prorrogadas

Bolsistas e ex-bolsistas da Comissão Fulbright têm até o dia 30 de março para enviar suas fotos à instituição. A Comissão quer premiar os melhores momentos fotografados. Registre o seu laboratório, seu local de estudo, a cidade onde mora, um encontro especial, a reunião com os amigos ou algo que lhe chamou atenção e envie. Não perca essa oportunidade!
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Resultado
Novos selecionados para o Humphrey
As inscrições para a próxima seleção já estão abertas

O Programa Hubert H. Humphrey, da Comissão Fulbright, teve quatro brasileiros selecionados para a edição 2006. A educadora, Eliana Sousa Silva, área de projetos em segurança pública;  a engenheira civil, Jane Silva, área de planejamento urbano, o promotor Anderson Freitas de Cerqueira, área de direitos humanos e a médica, Marisa Flávia Felicíssimo, área de psiquiatria. Leia mais...


Incrições Abertas
Professor sênior para os Estados Unidos

Estão abertas até o dia 13 de abril as inscrições para o Programa Professor Visitante Sênior, uma parceria entre a Comissão Fulbright e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior do Ministério da Educação (Capes/MEC). A proposta é financiar a ida de doutores de alta produção científica, de diversas áreas do conhecimento, possibilitando a inserção e o intercâmbio com universidades norte-americanas. Leia mais...


Doutorado
Estudantes de graduação podem concorrer à bolsa

Récem-formados ou estudantes do último semestre de engenharias e de áreas tecnológicas podem concorrer a uma bolsa de estudo nos Estados Unidos por meio do programa International Fulbright Science and Technology Award for Outstanding Foreign Students. A Comissão Fulbright está com inscrições abertas até 13 de maio. Leia mais...


"O Brasil tem condições de se transformar em uma liderança mundial no debate do aquecimento global"

O Ministro do Superior Tribunal de Justiça, Antônio Herman de Vasconcellos e Benjamin, é ex-bolsista da Comissão Fulbright. Uma referência no debate das questões ambientais no país, Benjamin é co-presidente do International Network on Environmental Compliance and Enforcement (INECE) - Rede Mundial de Órgãos e Entidades de Implementação Ambiental, integrante do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e professor-visitante da Faculdade de Direito da Universidade do Texas. Este mês, o ministro interrompeu sua intensa rotina no STJ para falar ao informativo da Fulbright sobre sua experiência como bolsista,  a história da instituição, a cooperação técnica entre Brasil e os Estados Unidos, e um dos temas que mais o entusiasmam: a questão ambiental. O ministro afirma que, “por causa própria”, o Brasil tem todo interesse em atuar na vanguarda do debate sobre aquecimento global. Benjamin destaca também o pioneirismo de W. Fulbright no investimento na cooperação educacional e científica, "algo revolucionário" para o contexto em que viveu. A seguir, os principais trechos da entrevista:
 
O senhor desenvolve um trabalho de extrema relevância na área de defesa do meio ambiente. O Brasil, com a sua legislação, está preparado para enfrentar os grandes desafios nas questões ambientais?
 
O Brasil tem condições de se transformar em uma liderança mundial no debate do aquecimento global. Primeiro, porque nós seremos vítimas das mudanças climáticas, temos uma longa costa, temos uma região que já sofre por conta das secas, que é o Nordeste. Além disso, temos um bioma gigantesco e de grande importância para toda a humanidade, a Amazônia, que é muito sensível a qualquer alteração brusca de temperatura. Então, por este primeiro enfoque, por causa própria, temos todo interesse em nos transformar em vanguarda dentre as nações que lideram este debate do aquecimento global. A segunda razão é porque o Brasil hoje, ao contrário do que  acontecia na década de 70 e 80, tem muita credibilidade internacional no debate dos temas ambientais, seja pelo respeito que a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, encontra nos fóruns internacionais, seja também pelas políticas desenvolvidas pelo Presidente Lula e, de certa maneira também, pela pauta que foi implantada pelo governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso e também pelo seu Ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho. Temos um cenário interno que propicia ou que legitima o Brasil como um dos líderes desse debate mundial. Acredito que estamos fazendo nosso dever de casa, ainda incompleto no que tange a implementação, mas bastante avançado e admirado no que se refere ao seu perfil legislativo envolvendo praticamente todos os temas da chamada crise ambiental.
 
Toda proposta de nova legislação ambiental cria um forte debate, isso é natural?
 
Temos que entender que a legislação ambiental, no mundo inteiro, é um fenômeno que data de uns 40 anos. Não podemos imaginar que essa legislação vai ser completa, se transforme em arcabouço pronto e perfeito da noite para dia. Mas também não podemos esperar que uma legislação nova e complexa seja implementada de forma adequada tão rapidamente. De um lado, temos o dever de reconhecer essas dificuldades que enfrentamos e também ser otimistas em relação ao futuro, porque os avanços nos últimos 30, 40 anos foram muito grandes no campo das políticas públicas ambientais e também da própria legislação, a começar pela Constituição Federal de 1988.
 
 
Como a Comissão Fulbright pode contribuir nessa área?
 
É interessante que quando falamos no nome de William Fulbright, idealizador da Comissão, em qualquer país do mundo a reação sempre é muito positiva. Ele é um americano que hoje é praticamente desconhecido pelas suas ações políticas na sua pátria, mas no mundo inteiro é reconhecido como um herói da paz. Penso que W. Fulbright está recebendo os dividendos de investimentos que os EUA fizeram em algo que parecia naquela época algo utópico, abstrato, que é o investimento na cooperação educacional e científica. Algo revolucionário quando nós colocamos W. F. no seu contexto histórico, que foi o investimento na diversidade. Hoje falamos em diversidade humana, na lingüística, cultural, biológica, é a palavra mágica de quem quer ser politicamente correto. Mas imagine isso no final da Segunda Guerra
 
 
NOTAS
Inscrições encerradas
O Programa Professor Visitante de Curta Duração, financiado pela Comissão Fulbright e pelo Conselho de Desenvolvimento Científico e Tencológico do Ministério da Ciência e Tecnologia (CNPq/MCT), encerrou as inscrições no dia 30 de março. As bolsas são destinadas para professores e pesquisadores norte-americanos das áreas de arqueologia, ciência da informação, meio ambiente e saúde pública. As missões de trabalho podem ter duração de até 42 dias, entre julho deste ano a junho de 2008. Outras informações acesse aqui.

Exibição do filme 300

No último dia 28 de março, a Comissão Fulbright juntamente com a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, Warner Bros e Motion Picture Association, promoveu no Rio de Janeiro a exibição do filme 300, do diretor Zack Snyder. O filme está em cartaz nos cinemas nacionais e tem a participação do ator brasileiro Rodrigo Santoro. Os bolsistas e ex-bolsistas da Fulbright participaram da exibição, além de outros convidados. A sessão ocorreu na sala Artplex, de Botafogo.




 

      
 
Mundial, onde um país que saiu vencedor teria todos os argumentos geopolíticos para se inclinar pelo sistema único de valores, de perspectivas humanas. Sou filhote ou cria da Comissão, tenho um carinho enorme pela instituição porque é um programa que investe no futuro, em pessoas que não são conhecidas. Se nós analisarmos os portfólios dos ex-bolsistas Fulbright, nós vamos verificar que não eram grandes nomes, pessoas laureadas. Mas simplesmente pessoas que foram identificadas pela Comissão por um critério estritamente meritório para se beneficiarem de um programa dessa natureza. Para um país como o Brasil, que tem uma estrutura política nepótica, clientelista, paternalista, há benefício duplo. Primeiro, porque os brasileiros têm a oportunidade de participar de um programa como esse e segundo porque esses brasileiros voltam com uma convicção, um pensamento muito mais forte sobre a importância dos valores da meritocracia. Conseguiu ir, conseguiu ser parte.
 
Como foi a sua experiência pessoal como bolsista Fulbright?
 
Foi transformador. Quando fui para os Estados Unidos grandes temas com os quais me deparo hoje no Supremo Tribunal de Justiça, que são temas complexos como direitos do consumidor, meio ambiente, idosos, pessoas com deficiência, tudo isto e a própria idéia do status social, aprendi nos EUA. E quando a gente volta e vê que não é um programa de doutrinação, ao contrário, é de abertura da mente, de horizontes, ao contrário de outros programas culturais que são de doutrinação, os próprios EUA já tiveram programas assim.
Se você tem esta curiosidade de conhecer novos horizontes você volta muito maior e muito melhor do que você foi. Mas achando que as suas responsabilidades também são maiores porque você descobre um admirável mundo novo de temas, de visões, da importância do debate democrático, que na academia americana é muito forte.
 
Como o senhor imagina o futuro da cooperação educacional brasileira com a norte-americana?
 
No caso da Comissão Fulbright a fase agora é educar a classe política norte-americana, pois ela vê os frutos, mas não participou do processo de construção dessa árvore frondosa que está aí. Acho muito importante investirmos no Congresso norte-americano, investirmos nos governadores, no sentido de informá-los, não é no sentido de envolvê-los diretamente nas atividades da Comissão. Hoje eu vejo, infelizmente, aqui e ali nos EUA uma preocupação maior nos problemas locais, como se eles não estivessem conectados com o resto do mundo. É aí que a Comissão estã funcionando muito bem, cada vez mais temos que nos convencer de que a cooperação cultural e essa convivência com essa comunidade global exige investimento permanente para as novas gerações. São as novas gerações que irão sofrer com o paroquialismo que existe em alguns cantos dos EUA. É preciso investir na Comissão e ter clareza de que para frutificar ela terá que continuar a receber o mesmo carinho, para que não haja um “gap”. Então o primeiro desafio para a Comissão hoje não é externo - é um desafio interno nos Estados Unidos. Eu não tenho clareza para indicar avenidas que levem a solução dessa questão, que envolvimento maior do parlamento, do senado, da câmara dos deputados, da presidência, da vice-presidência, dos governadores, para mostrar a grandeza desse programa. O segundo desafio é investir em áreas que estão despontando mas sempre buscando o equilíbrio, como há 30 anos, a Comissão começou a investir na questão ambiental e na diversidade cultural.

E quando a gente volta e vê que não é um programa de doutrinação, ao contrário, é de abertura da mente, de horizontes, ao contrário de outros programas culturais que são de doutrinação, o próprio EUA já tiveram programas assim. Se você tem esta curiosidade de conhecer esses novos horizontes você volta muito maior e muito melhor do que você foi. Mas achando que as suas responsabilidades também são maiores porque você descobre um admirável mundo novo de temas, de visões, da importância do debate democrático, que na academia americana é muito forte.

Como o senhor imagina o futuro da cooperação educacional brasileira com a norte-americana?

No caso da Comissão Fulbright a fase agora é educar a classe política norte-americana, pois ela vê os frutos, mas não participou do processo de construção dessa árvore frondosa que está aí. Acho muito importante investirmos no Congresso Norte-Americano, investirmos nos governadores, no sentido de informá-los, não é no sentido de envolvê-los diretamente nas atividades da Comissão. Hoje eu vejo, infelizmente, aqui e ali nos EUA uma preocupação maior tendo um interesse nos problemas locais, como se os problemas locais não estivessem conectados com o resto do mundo. É aí que a Comissão estã funcionando muito bem, cada vez mais temos que nos convencer que a cooperação cultural e essa convivência com essa comunidade global exige investimento permanente para as novas gerações. São as novas gerações que irão sofrer do paroquialismo que existe em alguns cantos dos EUA. Se não investirmos na Comissão e termos clareza qu para frutificar ela terá que continuar a receber o mesmo carinho para que não haja um “gap”. Então o primeiro desafio para a Comissão hoje não é um desafio externo é um  desafio interno nos Estados Unidos. Eu não tenho clareza para indicar avenidas que levem a solução dessa questão, que envolvimento  maior do parlamento, do senado, da câmara dos deputados, da presidente, da vice-presidência, dos governadores, para mostrar a grandeza desse programa? O segundo desafio é investir em áreas que estão despontando mas sempre buscando o equilíbrio, como há 30 anos, a Comissão começou a investir na questão ambiental e na diversidade cultural.



Concurso - Prêmio de U$500,00 para melhor foto

Bolsistas e ex-bolsistas da Comissão Fulbright têm até o dia 30 de março para enviar suas fotos à instituição. A Comissão quer premiar os melhores momentos fotografados. Registre o seu laboratório, seu local de estudo, a cidade onde mora, um encontro especial, a reunião com os amigos ou algo que lhe chamou atenção e envie. Não perca essa oportunidade! 

O concurso fotográfico está aberto para brasileiros e norte-americanos. Os autores das três primeiras fotos selecionadas receberão um prêmio no valor de US$ 500,00 (ou equivalente em reais), US$ 300,00, e US$ 200,00, respectivamente. As imagens serão incluídas no site da instituição.

Cada participante poderá enviar até 10 imagens coloridas ou em preto e branco, por e-mail, com resolução superior a 72 dpis (10x15cm), formato panorâmico (tamanho 610x117 pixels) e  identificação do local. Não serão admitidas fotos manipuladas digitalmente. Pelo regulamento, sempre que a fotografia identificar pessoas deve ser apresentada autorização de direito de imagem por escrito. Apenas serão aceitos trabalhos que forem enviados por email junto com a ficha de inscrição disponível no site da organização.

As fotos serão avaliadas por um fotógrafo, um representante da Comissão Fulbright e outro da Embaixada dos Estados Unidos. O resultado do prêmio será publicado no site da Comissão e os ganhadores serão informados por e-mail.

O concurso faz parte da programação comemorativa dos 50 anos da Comissão Fulbright no Brasil, que serão completados em 2007. Mais informações sobre o concurso podem ser obtidas no site da Fulbright ou solicitadas por e-mail giselle@fulbright.org.br.



Novos selecionados para o Humphrey

O Programa Hubert H. Humphrey, da Comissão Fulbright, teve quatro brasileiros selecionados para a edição 2006. A educadora, Eliana Sousa Silva, área de projetos em segurança pública;  a engenheira civil, Jane Silva, área de planejamento urbano, o promotor Anderson Freitas de Cerqueira, área de direitos humanos e a médica, Marisa Flávia Felicíssimo, área de psiquiatria.

O diretor da Comissão Fulbright, Luiz Loureiro, considera que a diversidade tem sido de extrema importância no processo de seleção desse programa. A proposta é apoiar profissionais em meio de carreira do setor público, mas também apostar em pessoas que possuem menos oportunidades de aperfeiçoamento no exterior. "Estamos investindo em profissionais com perfis vindos de setores ainda pouco representados na Comissão, mas que realizam trabalhos sociais de extrema relevância para o país", afirma. Entre os projetos selecionados, Loureiro cita, a habitação popular, a segurança pública, como alguns dos temas fundamentais para o Brasil que podem obter melhorias a partir de intercâmbio com os Estados Unidos.


Eliana atua na área de projetos sociais
É o caso da mestre em educação e doutora em serviço social, Eliana Sousa Silva, 44 anos. Paraibana, morou durante 25 anos na Favela da Maré no Rio de Janeiro e fundou a organização não-governamental Centro de Estudos e Ações Solidárias da Maré. A ONG desenvolve projetos sociais nas áreas de educação, cultura e comunicação para crianças, adolescentes e jovens cariocas. A educadora também realiza projetos de extensão na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para formulação e implementação de projetos nas áreas de educação e desenvolvimento comunitário no Estado do Rio de Janeiro. Eliana conta que o Humphrey vai significar primeiramente a possibilidade de vencer a barreira do aprendizado do inglês. "Essa é uma oportunidade de imersão na cultura e vivência da língua nos EUA. E obter a bolsa permitirá me dedicar integralmente a um projeto de estudos e trocas de experiências com instituições daqule país, ampliando meu potencial de elaboração e implementação de projetos no campo das políticas públicas", avalia.

Os novos bolsistas devem embarcar em abril para iniciar o curso da língua inglesa. As atividades começam em maio. A bolsa tem duração de um ano e após este período poderão realizar estágios profissionais, não remunerados, nos Estados Unidos.

Inscrições abertas – O período de inscrições para Humphrey está aberto até 16 de maio. Os candidatos devem ter cidadania brasileira, nível superior (preferencialmente mestrado), mínimo de cinco anos de experiência profissional, vínculo empregatício com organização do setor público e terceiro setor e domínio da língua inglesa (mínimo de 195 pontos no Toefl). Entre os benefícios estão passagem de ida e volta aos Estados Unidos, bolsa mensal, anuidade e taxas escolares e seguro-saúde. Confira aqui outras informações.



Professor sênior para os Estados Unidos

Estão abertas até o dia 13 de abril as inscrições para o Programa Professor Visitante Sênior, uma parceria entre a Comissão Fulbright e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior do Ministério da Educação (Capes/MEC). A proposta é financiar a ida de doutores de alta produção científica, de diversas áreas do conhecimento, possibilitando a inserção e o intercâmbio com universidades norte-americanas. Com isso o programa espera incrementar as relações bilaterais no meio acadêmico, divulgar a ciência, tecnologia e cultura brasileira nos Estados Unidos.
 
Para concorrer é preciso ter título de doutor há no mínimo cinco anos, nacionalidade brasileira, não ter nacionalidade norte-americana, e estar credenciado como docente e orientador em programa de pós-graduação reconhecido pela Capes. São oferecidas dez vagas. Os professores escolhidos receberão passagem de ida e volta, auxílio instalação no valor de US$ 4 mil, bolsa mensal de US$ 4 mil e seguro-saúde de US$ 500. Para outras informações acesse aqui.

Estudantes de graduação podem concorrer à bolsa

Récem-formados ou estudantes do último semestre de engenharias e de áreas tecnológicas podem concorrer a uma bolsa de estudo nos Estados Unidos por meio do programa International Fulbright Science and Technology Award for Outstanding Foreign Students. A Comissão Fulbright está com inscrições abertas até 13 de maio. As três melhores candidaturas participarão da competição internacional para as 25 bolsas de doutorado pleno oferecidas em instituições de excelência norte-americanas.

Podem concorrer estudantes das áreas de atronomia e ciências planetárias; biologia; ciência e engenharia da informação; ciência e engenharia de materiais; ciências e engenharia ambiental; ciências e engenharia de computação; engenharia astronômica e aeronáutica; engenharia elétrica, química, civil, mecânica, oceânica e de petróleo; física; geologia e ciências da atmosfera; matemática; neurociências e ciências cognitivas e do cérebro; oceanografia e química. As candidaturas serão analisadas nos EUA por um comitê composto por  professores, pesquisadores e profissionais. 

Os selecionados receberão bolsa no valor entre US$ 1.050 a US$ 1.880, por um período de 36 meses. Além disso, pagamento integral de anuidade e taxas escolares, auxílio para compra de livros, equipamentos, auxílio para viagens, participação em seminários, seguro-saúde e passagem de ida e volta. Confira os requisitos para concorrer, clique aqui

Acesse: www.fulbright.org.br

 


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