Se você não estiver visualizando esta mensagem, clique aqui.
--------------------------------------INFORMATIVO ELETRÔNICO Nº 02 - MARÇO 2006----------------------------------------

Entrevista
>>
"A bolsa da Fulbright foi fundamental para minha formação"
Ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende

Um dos físicos mais importantes do país e atual ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, é um ex-bolsita Fulbright. Após a formação em engenharia eletrônica e telecomunicações pela PUC do Rio de Janeiro, recebeu uma bolsa para desenvolver seu mestrado em engenharia elétrica pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts, em Cambridge, EUA, concluindo seu mestrado em 1965. Dois anos depois conquistou o título de doutor em engenharia elétrica com foco em ciência de materiais pela mesma instituição. Leia mais...

______________________________________________________________

Pesquisa
>>
Abertas inscrições para o Programa New Century

Pesquisadores brasileiros da área de educação superior têm até o dia 17 de julho para concorrer a uma das 30 vagas do Programa New Century Scholars, da Comissão Fulbright. Nessa quinta edição, o tema será o Ensino Superior no Século 21: acesso e eqüidade. Leia mais...
______________________________________________________________

Convênio
>>
Mais intercâmbio entre Fapesp e pesquisadores americanos

Professores e pesquisadores norte-americanos têm a oportunidade de conhecer o trabalho em ciência e tecnologia desenvolvido em São Paulo. Isso acontece graças a um convênio firmado entre a Comissão Fulbright e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Leia mais...
______________________________________________________________


Parceria
>>
Pesquisadores de IES particulares podem concorrer à bolsa

Pesquisadores de instituições particulares de ensino superior que estejam cursando doutorado podem disputar uma das 20 bolsas oferecidas pela parceria Fulbright e Fundação Nacional de Desenvolvimento do Ensino Superior Particular (Funadesp). O Programa objetiva o aperfeiçoamento de docentes brasileiros em instituições de ensino dos Estados Unidos. O prazo mínimo de permanência é de seis meses e o máximo de nove. Leia mais...
______________________________________________________________

Fulbrighters

>>Professor comemora experiência de alta qualidade

O professor brasileiro Marcos Antônio Pedlowski, integrante do Centro de Ciências do Homem, do Laboratório de Estudos do Espaço Antrópico da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf), Rio de Janeiro, foi indicado pela Comissão Fulbright para dar aulas de Ciência Ambiental na Fairfield University. Leia mais...


      O ano de 2006 será, mais uma vez, um período bastante movimentado na Comissão Fulbright. A continuidade dos programas criados no ano que passou - o Doutorado Pleno e o Professor Visitante Sênior nos Estados Unidos (EUA), em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior do Ministério da Educação (Capes/MEC), o Programa Senior Specialists, com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT), o Professor Visitante Norte-Americano, com a Capes, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), entre outros - e sua ampliação, em alguns casos, permitirá a oferta crescente de oportunidades de grande interesse para a comunidade acadêmica brasileira e norte-americana.

      A Comissão continua ampliando suas atividades no país por meio de novas parcerias. O Programa de Doutorado Sanduíche, voltado para professores de instituições de ensino superior particulares, juntamente com a Fundação Nacional de Desenvolvimento do Ensino Superior Particular (Funadesp), é uma das novas iniciativas colocadas à disposição deste importante segmento da comunidade acadêmica brasileira. Estes programas, em conjunto com os já tradicionais Scholar-in-Residence , Hubert H. Humphrey e New Century Scholars , compõem hoje um leque diversificado de programas e reforçam o compromisso de promover a relação entre o Brasil e os EUA de forma qualificada e diferenciada.

      Esta segunda edição contribuirá ainda mais para a divulgação de nossos programas, assim como para o aprimoramento da Comissão, contando sempre com a colaboração de nossos leitores bolsistas, ex-bolsistas e, sobretudo, futuros bolsistas. Envie-nos sua opinião ela é muito bem-vinda.

Luiz Valcov Loureiro
Diretor Executivo da
Comissão Fulbright

"A bolsa da Fulbright foi fundamental para minha formação"
Ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende

Um dos físicos mais importantes do país e atual ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, é um ex-bolsita Fulbright. Após a formação em engenharia eletrônica e telecomunicações pela PUC do Rio de Janeiro, recebeu uma bolsa para desenvolver seu mestrado em engenharia elétrica pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts, em Cambridge, EUA, concluindo seu mestrado em 1965. Dois anos depois conquistou o título de doutor em engenharia elétrica com foco em ciência de materiais pela mesma instituição. Desde então, publicou mais de 200 artigos científicos em revistas nacionais e internacionais. É autor dos livros A Física de Materiais e Dispositivos Eletrônicos (editora da UFPE, 1996) e Materiais e Dispositivos Eletrônicos (editora da Física, São Paulo, 2004).

Em entrevista exclusiva à Fulbright Notícias, Rezende falou sobre a importância do intercâmbio científico internacional entre Brasil e os Estados Unidos.

O senhor é um ex-bolsista da Fulbright brasileira, o que significou esta experiência na sua vida profissional e pessoal?

A bolsa da Fullbright brasileira foi fundamental para minha formação como pesquisador. Quando estava fazendo o curso de graduação em engenharia eletrônica no Rio de Janeiro, meu sonho era ir para os Estados Unidos e fazer um programa de mestrado e doutorado, isso porque naquela época não havia um programa de pós-graduação no Brasil. Foi uma bolsa da Fundação Fullbright que me possibilitou a ida para fazer o mestrado. Depois realizei o doutorado com uma bolsa do CNPq, no Instituto de Tecnologia de Massachusettes (MIT), uma instituição de nível muito alto e que me deu uma formação fundamental para a minha vida profissional.

O Programa Fulbright trabalha para o aumento do entendimento cultural e educacional entre professores e pesquisadores brasileiros e americanos. Qual a avaliação que o senhor faz do trabalho realizado pela Comissão no fortalecimento dessa relação?

A atuação da Comissão Fulbright no país, ao longo desses quase 50 anos, se destaca pelo impacto nos diversos setores da academia brasileira. Adiciona-se a isso o fato de a Comissão proporcionar aos seus bolsistas uma visão muito particular dos EUA por meio de atividades de desenvolvimento e integração na sociedade americana. Isso torna a experiência do intercâmbio muito marcante e duradoura na vida dos fulbrighters e o diferencia dos programa usuais de bolsa de estudos no exterior.

Como o senhor vê o futuro da cooperação internacional entre o Brasil e Estados Unidos na ciência e tecnologia?

Uma parte considerável da comunidade científica brasileira foi formada nos programas de pós-graduação das boas universidades norte-americanas. Por essa razão, muitos pesquisadores brasileiros mantêm uma forte colaboração científica com pesquisadores americanos. Entretanto, a cooperação internacional científica e tecnológica entre Brasil e Estados Unidos é relativamente pequena do ponto de vista institucional. Na medida em que esses dois países passarem a ter uma agenda comum de pesquisa em ciência e tecnologia, a cooperação formalizada entre eles será de grande importância e, neste sentido, uma entidade como a Fundação Fullbright pode desempenhar um papel absolutamente essencial para o sucesso desta colaboração.

E qual deve ser o papel da Comissão Fulbright neste cenário?

A Comissão sempre terá um papel importante a cumprir, sobretudo se associada a parceiros locais. Creio que ela está no caminho certo pois, recentemente, estreitou as ligações com o CNPq, a Capes, Fapesp e Fapergs, entre outras agências brasileiras que atuam no setor.

_____________________________________________________________________________________

Abertas inscrições para o Programa New Century

Pesquisadores brasileiros da área de educação superior têm até o dia 17 de julho para concorrer a uma das 30 vagas do Programa New Century Scholars, da Comissão Fulbright. Nessa quinta edição, o tema será o Ensino Superior no Século 21: acesso e eqüidade.


Elizabeth foi primeira brasileira a participar do New Century 

O programa, altamente competitivo, reúne profissionais qualificados de diversos países, inclusive dos Estados Unidos, para troca de experiências e para pesquisa multidisciplinar sobre o tema. Anualmente, é escolhido um tema para a realização do Programa, no ano passado o assunto também foi ensino superior, mas em edições anteriores foram realizados estudos nas áreas de saúde global, raça e cultura.

Disputa - A disputa para participar do seleto grupo é acirrada. Em 2005, uma candidata brasileira indicada pela Comissão Fulbright conquistou pela primeira vez uma das concorridas vagas oferecidas pelo New Century. A pesquisadora e doutora pela Universidade de São Paulo (USP), Elizabeth Balbachevsky participa dos estudos sobre os desafios da educação superior no século 21. Ela analisa a reforma do ensino superior em países em desenvolvimento.

Benefícios - O selecionado recebe um auxílio para a pesquisa. O recurso servirá para despesas de hospedagem, passagens, despesas locais e internacionais. A bolsa é concedida por quinze meses e terá início em fevereiro de 2007. Outras informações sobre o Programa New Century podem ser encontradas no site www.fulbright.org.br.

_____________________________________________________________________________________

Mais intercâmbio entre Fapesp e pesquisadores americanos

Professores e pesquisadores norte-americanos têm a oportunidade de conhecer o trabalho em ciência e tecnologia desenvolvido em São Paulo. Isso acontece graças a um convênio firmado entre a Comissão Fulbright e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

De acordo com o diretor científico da Fapesp, Carlos Henrique de Brito Cruz, o objetivo da Fapesp é criar mais oportunidades para a colaboração científica internacional nos projetos apoiados pela Fundação. "A Fulbright tem excelente tradição de seletividade e credenciais acadêmicas impecáveis sendo, portanto, um parceiro natural da Fapesp", disse.

Para Cruz, a ciência é um empreendimento social. "Mais colaboração entre cientistas capazes sempre aumenta a qualidade da ciência resultante. Esperamos que esta interação propiciada pela colaboração com a Fulbright intensifique os laços de cooperação científica entre pesquisadores paulistas e pesquisadores dos Estados Unidos", analisa.

O programa possibilita, ao mesmo tempo, a participação de pesquisadores estadunidenses em projetos temáticos e Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) e a criação de novas linhas de investigação. No convênio com a Fapesp, o pesquisador recebe remuneração mensal média de R$ 6 mil, conforme o nível do candidato, e ainda passagem aérea de vinda e retorno aos EUA.

_____________________________________________________________________________________

Pesquisadores de IES particulares podem concorrer à bolsa

Pesquisadores de instituições particulares de ensino superior que estejam cursando doutorado poderão disputar uma das 20 bolsas oferecidas pela parceria Fulbright e Fundação Nacional de Desenvolvimento do Ensino Superior Particular (Funadesp). O Programa objetiva o aperfeiçoamento de docentes brasileiros em instituições de ensino dos Estados Unidos. O prazo mínimo de permanência é de seis meses e o máximo de nove.

Pelo convênio, a Funadesp arca com o custo administrativo dos serviços prestados pela Fulbright, mais bolsa mensal para manutenção de 1,1 mil, passagem área e auxílio instalação bancadas pela instituição de origem do candidato. Por meio da Agência de Cooperação norte-americana, a Fulbright responde pela alocação acadêmica, supervisão e monitoramento dos bolsistas. A  próxima seleção será aberta no 2º semestre de 2006.

_____________________________________________________________________________________

Professor comemora experiência de alta qualidade


O brasileiro utiliza sua experiência multidisciplinar nas aulas 

O professor brasileiro Marcos Antônio Pedlowski, integrante do Centro de Ciências do Homem, do Laboratório de Estudos do Espaço Antrópico da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf), Rio de Janeiro, foi indicado pela Comissão Fulbright para dar aulas de Ciência Ambiental na Fairfield University. Ele tem utilizado sua experiência multidisciplinar para ensinar aos estudantes norte-americanos sobre regimes políticos globais, meio ambiente, metodologia da pesquisa e reforma agrária.

Anualmente, universidades, faculdades, institutos e colégios dos Estados Unidos buscam professores para cooperarem no desenvolvimento do currículo escolar de suas instituições. O Programa Scholar-in-residence tem como objetivo a troca e o enriquecimento por meio da participação de professores estrangeiros na formulação de disciplinas nos estabelecimentos de ensino americanos.


Pedlowski conta para a Fulbright Notícias o que é ser um bolsista do Scholar-in-residence.

O que significa esta experiência para o senhor?

A possibilidade que me foi oferecida pela Comissão Fulbright de permanecer em uma instituição de ensino norte-americana tem se constituído não apenas numa oportunidade de interagir com meus colegas da Fairfield University, para colaborar no aprofundamento de parcerias institucionais, mas também de interagir com alunos sempre interessados em ter uma nova perspectiva sobre os assuntos nos quais estou ministrando cursos. Essa combinação, por si só, já tornaria a experiência válida. Contudo, a partir de outro programa da Comissão Fulbright chamado Occasional Lecture Program , pude visitar outras três instituições em áreas bem distintas dos EUA, onde ministrei aulas e palestras. Esse aspecto da experiência foi extremamente gratificante, pois em todos os locais em que estive a recepção foi sempre permeada com a mesma curiosidade e interesse que recebi na Fairfield University. Finalmente, tenho participado de outras atividades como seminários sobre estudos agrários na Yale University, onde obtive uma experiência acadêmica de alta qualidade. Tudo isso tem sido importante porque me permite a necessária reciclagem de conhecimentos que será fundamental para solidificar opções de desenvolvimento de futuros projetos junto com o meu grupo de pesquisa na Universidade Estadual do Norte Fluminense mas, mais importante ainda, para construir um melhor entendimento acerca das complexas relações que ligam Brasil e EUA neste preciso momento histórico e os colegas e estudantes com quem tenho interagido.

E Comissão Fulbright neste cenário?

A Comissão Fulbright, por ser uma agência de fomento que se baseia na aplicação de critérios de seleção que privilegiam não apenas o apoio a indivíduos de alto padrão acadêmico, mas também a inserção num compromisso de aprofundamento do mundo em que estamos inseridos é, sem favor nenhum de minha parte, fundamental para que possamos ter um ambiente de intercâmbio de idéias e experiências num momento em que apesar do processo de globalização econômica, o mundo atravessa um momento de grande dificuldade exatamente nessas questões tão básicas para o progresso humano. Além disso, o fato de que em função de seus elementos norteadores a Comissão Fulbright possibilita o intercâmbio de professores e estudantes norte-americanos com países que de outro modo não estariam expostos a este tipo de experiência é provavelmente a marca que a distingue de seus congêneres.

Como é a sua rotina de trabalho?

Eu procuro seguir uma rotina similar àquela que sigo no Brasil. Estou todos os dias no espaço que foi destinado pela Fairfield University preparando aulas, lendo e preparando artigos para publicação. Além disso, em função das disciplinas em que tenho estado envolvido, estou sempre recebendo alunos interessados em orientação. Há ainda uma série de atividades que ocorrem no campus universitário onde, ao longo deste ano, pude ouvir e conversar com várias personalidades do mundo político e acadêmico dos EUA. Finalmente, eu também tenho sido convidado a dar entrevistas na TV e para jornais, pois há por aqui um grande interesse sobre tudo o que acontece no Brasil, especialmente na Amazônia. Essa combinação torna a minha rotina bastante agradável.


Professor Marcos e seus alunos na
Fairfield University

Suas aulas estão focadas em qual tema?

Dado o perfil multidisciplinar que caracteriza a minha vida acadêmica, tenho dado aulas em áreas distintas como regimes políticos globais e meio ambiente, metodologia da pesquisa e reforma agrária. Além disso, há sempre demanda para que eu compareça em dias específicos em disciplinas sendo ministradas por outros colegas para falar sobre os problemas ambientais e sociais que decorrem do processo de desflorestamento em curso na Amazônia brasileira. Eu diria que em função desta cobertura multidisciplinar da minha presença, os alunos têm reagido de forma bastante interessante e positiva, inclusive para surpresa dos meus colegas.

O senhor está conseguindo passar um pouco da cultura, da realidade brasileira para seus alunos americanos?

Não tenho a pretensão de ser uma fonte inesgotável de informações sobre o Brasil, e nem me apresento como um expert nas coisas que caracterizam a nossa vida enquanto brasileiros. Contudo, o que tenho procurado conversar com todos os alunos com quem me relaciono, e não apenas na Fairfield University, é que o Brasil é um país marcado por grandes complexidades e desigualdades, mas também por um peso significativo em diferentes aspectos da situação mundial. Além disso, uma área de atenção é explicar aos alunos que o Brasil é provavelmente um país muito parecido com os Estados Unidos em muitos aspectos e, que os brasileiros, apesar de manterem uma relação um tanto dual com a cultura americana, são ávidos consumidores dos produtos gerados por aqui. O fato de que o Estado de Connecticut é hoje marcado por uma forte onda migratória de brasileiros, que aqui estão inclusive estabelecendo os famosos restaurantes a quilo, fomenta uma grande necessidade de que saiba mais sobre o Brasil e seu povo. Ao contrário das muitas histórias negativas que estamos acostumados a ouvir na imprensa brasileira sobre a experiência que nossos cidadãos têm por aqui, eu diria que meus alunos e colegas têm se mostrado insaciáveis na busca de conhecimento sobre o Brasil.

_____________________________________________________________________________________

Notas

Escolas buscam professores brasileiros  

Seminário reúne professores de inglês

O Programa Scholar-in-residence está com inscrições abertas até o dia 7 de abril. O Manhattanville College, de Nova Iorque, e o Montgomery County Community College, procuram professores brasileiros, especialistas em história Latino-Americana Contemporânea. Já Missouri Southern State University, MO busca professor em Administração e Negócios. Outras informações no site www.fulbright.org.br.  

Language Politics: The Role Languages Play in U.S. History and Literature será o tema do 3º Seminário em Estudos Norte-Americanos, promovido pela Embaixada dos Estados Unidos no Brasil. O encontro é destinado a professores de inglês universitários que lecionam literatura e cultura norte-americana e que tenham inglês fluente. O objetivo é proporcionar aos participantes a troca de experiência e conhecimentos que enriqueçam sua aulas. O seminário será realizado de 18 a 21 de julho, em Campinas (SP).

     
Prepara-se para o Humphrey   Bolsistas apresentam estudos
Márcia Farias e Wolney dos Anjos selecionados do Humphrey de 2005 na Universidade de Boston

Os interessados em concorrer a bolsa de estudos pelo Programa Hubert H. Humphrey pode acompanhar detalhes no site da Comissão Fulbright. O Programa proporciona a profissionais em meio de carreira, do setor público (executivo, legislativo e judiciário) e do terceiro setor, a chance de obter uma experiência em uma instituição norte-americana. Ao conquistar a bolsa, o selecionado terá a oportunidade de adquirir e ampliar experiências profissionais relacionadas as suas áreas de trabalho, numa combinação acadêmica e prática, por um período de onze meses. Não perca essa chance e fique atento à abertura das inscrições.

 

Bolsistas de mestrado e doutorado do Brasil, Chile, Paraguai, Uruguai, da Argentina e dos Estados Unidos estarão reunidos em São Paulo, entre os dias 1º e 8 de maio para apresentar seus projetos de pesquisa. No encontro, farão exposições e realizarão intercâmbio de experiências. O presidente do Conselho da Fulbright, Patrick Linehan, faz a abertura do evento no dia 2 de maio. O encontro será realizado em São paulo.

_____________________________________________________________________________________

Acesse: www.fulbright.org.br



Publicação da Comissão Fulbright no Brasil
Contato (61) 3248-8600 - E-mail: fulbright@fulbright.org.br
Para deixar de receber este informativo, clique aqui.